A INVASÃO ISLÂMICA
Por Robert Morey
E surgirão muitos
falsos profetas, e enganarão a muitos. – Mateus 24:11
Parte Dois – O Contexto Cultural do Islão
Capítulo 3, Arábia Pré-Islâmica
Como a fé Islâmica
considera blasfêmia até mesmo sugerir que os ensinamentos de Maomé e do Alcorão
encontram sua fonte em costumes, cultura e religião pré-islâmicos, os Muçulmanos
não fizeram nenhuma pesquisa significativa sobre como era a Arábia pré-Islâmica.
Coube aos
estudiosos Ocidentais, desde a virada do século, descobrirem as fontes
culturais e literárias que Maomé usou na construção e elaboração de sua
religião e do próprio Alcorão. É por isso que toda obra de referência Ocidental
sobre o Islão começa com uma seção sobre a Arábia pré-Islâmica e sua influência
nos ensinamentos e ritos religiosos de Maomé. O contexto histórico do islamismo
não pode ser ignorado.
Se as fontes do
islamismo puderem ser encontradas na cultura, nos costumes e na religião Árabes
pré-Islâmicas, então a doutrina de que a fé de Maomé e o Alcorão foram trazidos
diretamente do céu e não têm nenhuma origem humana terrena estaria em
risco.
Raciocínio Circular
Os Muçulmanos
frequentemente raciocinam em círculo neste ponto. Eles argumentam que, uma vez
que o islamismo e o Alcorão foram enviados do céu, nenhuma fonte ou material
terrestre poderia ter sido usado em sua construção. Eles começam com a
suposição de que tais coisas não podem ser.
Mas a erudição Ocidental
não pode fazer tal suposição gratuita. Como veremos, a fé Islâmica e o próprio
Alcorão podem ser completa e suficientemente explicados em termos de cultura,
costume e religião Árabes pré-Islâmicos.
Atenção especial
deve ser dada ao trabalho pioneiro de Julius Wellhausen, Theodor Noldek ,
Joseph Halevy, Edward Glasser, William F. Albright, Frank P. Albright, Richard
Bell, J. Arberry, Wendell Phillips, W. Montgomery Watt, Alfred Guillaume e
Arthur Jeffery.
O trabalho
arqueológico e linguístico realizado desde a última parte do século XIX revelou
evidências esmagadoras de que Maomé construiu sua religião e o Alcorão a partir
de material pré-existente na cultura Árabe. (Veremos detalhes no Apêndice C, ao
final do livro)
O Significado de Islão
Por exemplo, a
própria palavra “islão” não foi revelada do céu ou inventada por Maomé. É uma
palavra Árabe que originalmente se referia a um atributo de masculinidade e
descrevia alguém que era heroico e corajoso em batalha.
O estudioso do
Oriente Médio Dr. M. Bravmann documenta em sua fascinante obra, “The Spiritual
Background of Early Islam” – O Contexto Espiritual do Islamismo Primitivo:
[O islamismo era originalmente] um conceito secular, denotando uma virtude sublime aos olhos do Árabe primitivo; desafio à morte, heroísmo; morrer em batalha.[1]
A palavra “islão” não
significava originalmente “submissão”, como muitas pessoas supuseram. Em vez
disso, ela se referia àquela força que caracterizava um guerreiro do deserto
que, mesmo diante de probabilidades impossíveis, lutaria até a morte por sua
tribo.
A palavra “islão”
só lentamente evoluiu para o significado de “submissão”, como demonstrou a Dra.
Jane Smith, da Universidade de Harvard.[2]
Vida tribal pré-Islâmica
O aspecto da
sociedade tribal da Arábia pré-Islâmica explica muitas das coisas que podem ser
encontradas no islamismo hoje. Por exemplo, estava perfeitamente alinhado com a
moralidade Árabe preparar ataques e pilhagens a outras tribos para obter
riqueza, esposas e escravos, e assim as tribos estavam constantemente em guerra
umas com as outras. Mas essas guerras não envolveram uma grande perda de vidas,
porque as armas eram bastante primitivas.
Essas tribos do
deserto viviam pelo código de “olho por olho e dente por dente”. A vingança era
buscada sempre que algo era feito para machucar qualquer membro da tribo.
Um código penal
severo era seguido pelas tribos nômades Árabes. Não significava nada para eles cortarem
a mão direita, um pé ou a cabeça de alguém. A língua podia ser cortada, as
orelhas cortadas e até mesmo os olhos arrancados como punição por vários
crimes.
Aproximar-se
furtivamente de alguém e cortar sua garganta de orelha a orelha era visto como
a coisa certa a fazer em certas situações, e a pessoa que fazia isso era vista
como um herói.
Forçar pessoas à
escravidão ou sequestrar mulheres, mantê-las em seu harém e estuprá-las à
vontade era considerado justo e apropriado.
O clima Árabe
severo produziu uma sociedade tribal severa na qual a violência era a norma. E
a violência ainda é um atributo das sociedades Islâmicas.
Um Exemplo Moderno
A situação
desesperadora de Salman Rushdie ver Nota do Tradutor é um exemplo moderno da violência Árabe.
Receber uma
sentença de morte por escrever um livro que dá uma visão desfavorável de Maomé
é algo que um Ocidental não consegue entender nem tolerar. Mas para um Muçulmano
Árabe, faz todo o sentido.
O Dr. William
Montgomery Watt, da Universidade de Edimburgo, declarou:
Deve
ser enfatizado que os Árabes não consideravam matar uma pessoa como algo errado
em si. Era errado se a pessoa fosse um membro do seu grupo de parentesco ou de
um grupo aliado; e no Islamismo isso significava matar qualquer crente. Por
medo de retaliação, não se matava um membro de uma tribo forte. Em outros
casos, no entanto, não havia razão para não matar.[3]
Nos Estados Unidos,
o movimento Muçulmano negro tem tido uma história particularmente feia de
violência. Essa violência incluiu o assassinato de seus próprios líderes.
Os Assassinos
É interessante
notar que a palavra inglesa “assassin” [da qual deriva a palavra em Português
“assassino”] é, na verdade, uma palavra Árabe. Ela vem das palavras latinas assassinus,
que são tiradas da palavra Árabe hashshashin.
Hashshashin significa
literalmente “fumantes de haxixe” e era usado como uma descrição dos Muçulmanos
que fumavam haxixe [Cannabis sativa ou, simplesmente, a maconha concentrada], para
entrar em frenesi religioso antes de matarem seus inimigos.
Entrou no
vocabulário europeu por meio da seita muçulmana chamada “Os Assassinos”, que
acreditava que Alá os havia chamado para matarem pessoas como um dever sagrado.
Os assassinos
aterrorizaram o Oriente Médio do século XI ao XIII e até fizeram o explorador
ocidental Marco Polo temer por sua vida.[4]
O Alcorão e a
Violência
Isso não deveria
surpreender ninguém, porque o Islamismo não apenas tolera tal violência, mas
também a ordena em certos casos.
No Alcorão, os Muçulmanos
são informados na Surata 9:5:
Lutem
e matem os pagãos [isto é, os infiéis] onde quer que os encontrem,
capturem-nos, sitiem-nos e fiquem à espreita deles em todos os estratagemas de
guerra.
O que os Muçulmanos
devem fazer com as pessoas que resistem ao Islão? A Sura 5:33 responde:
A
punição deles é… execução, ou crucificação, ou o corte de mãos e pés dos lados
opostos, ou exílio da terra.
No Ocidente, coisas
como cortar as mãos ou os pés de alguém porque ele não aceita sua religião são
impensáveis.
A Cidade de Meca
É preciso destacar
que Meca estava sob o controle da tribo Quraysh na qual Maomé nasceu. Meca
também era o centro religioso dominante para todos os religiosos pagãos na
Arábia.
A Enciclopédia de
Chamber ressalta:
A
comunidade na qual Maomé cresceu era pagã, diferentes localidades tinham seus
próprios deuses, frequentemente representados por pedras. Em muitos lugares,
havia santuários para os quais se fazia peregrinação. Meca continha um dos mais
importantes, a Caaba, na qual era colocada a pedra negra, há muito um objeto de
adoração.[5]
Arqueólogos
desenterraram muitos exemplos de arte pré-Islâmica, que incluem ídolos e
símbolos de adoração.[6]
Como aponta a
Enciclopédia Britânica, a base financeira da tribo Quraysh dependia das
caravanas e das rotas comerciais que passavam principalmente por Meca para que
os pagãos pudessem adorar seu ídolo particular na Caaba .[7]
A Caaba
A tribo Quraysh
cuidou para que houvesse um ídolo para cada religião no templo pagão chamado Caaba.
A palavra Caaba (Kabah) é a palavra Árabe para “cubo” e se refere ao
templo quadrado de pedra em Meca, onde os ídolos eram adorados. O templo
continha um virtual “bufê de divindades” com uma diversidade que pudesse atender
a todos.
Pelo menos 360
deuses eram representados na Caaba , e um novo deus poderia ser acrescentado
caso algum estranho viesse à cidade e quisesse adorar seu próprio deus, além
dos que já estavam representados.
As lucrativas rotas
comerciais e as ricas caravanas formaram o elo cultural entre a África, o
Oriente Médio, o Oriente e o Ocidente. Portanto, não é nenhuma surpresa
encontrar histórias no Alcorão cuja origem pode ser rastreada até o Egito,
Babilônia, Pérsia, Índia e até mesmo a Grécia.
Magia e Gênios
Em termos de vida
religiosa pré-Islâmica, a orientação básica do povo era a superstição. Os Árabes
acreditavam no “mau-olhado”, no lançamento de maldições e feitiços, em pedras
mágicas, no fatalismo, em fetiches e nas histórias fabulosas dos ‘jinns’, ou o
que chamamos em Português de gênios ou fadas.
A maioria das
pessoas leu na infância algumas das fábulas fantásticas encontradas em As
Mil e Uma Noites, histórias da lâmpada de Aladim, dos tapetes voadores,
etc.
Não é surpresa,
portanto, descobrir que o Alcorão também contém referências a coisas como o
mau-olhado, maldições, fatalismo e os gênios fabulosos (Sura 55; 72; 113 e
114).[8]
Em muitos países
islâmicos, os Muçulmanos ainda usam um amuleto pendurado no pescoço, no qual
está registrado parte do Alcorão para afastar o “mau-olhado”.
Religião Animista
A população Árabe
era basicamente animista [que atribui vida e consciência a objetos, seres e
fenômenos da natureza] em sua orientação. Os ‘jinns’ masculinos e femininos, ou
espíritos, existiam em árvores, pedras, rios e montanhas, e eram adorados e
temidos.
Acreditava-se que
pedras mágicas sagradas protegiam as tribos. A tribo Quarysh adotou uma pedra
negra como sua pedra mágica tribal e a colocou na Caaba.
Esta pedra negra
mágica era beijada quando as pessoas vinham em peregrinação para adorar na
Caaba. É, sem sombra de dúvida, um asteroide que havia caído do céu e,
portanto, era visto como divino de alguma forma.[9]
Os Sabeus
A religião
dominante que se tornou muito poderosa pouco antes da época de Maomé foi a dos
sabeus.
Os sabeus tinham
uma religião astral na qual eram pastoreados pelos corpos celestes. A lua era
vista como uma divindade masculina e o sol como a divindade feminina. Juntos,
eles produziram outras divindades, como as estrelas. O Alcorão se refere a isso
na Sura 41:37 e em outros lugares.
Eles usavam um
calendário lunar para regular seus ritos religiosos. Por exemplo, um mês de
jejum era regulado pela fase da lua.
O rito pagão Sabeu
do jejum começava com o aparecimento de uma lua crescente e não cessava até que
a lua crescente reaparecesse.[10] Isso seria mais
tarde adotado como um dos cinco pilares do Islão.
Ritos Pagãos
O ritualismo pagão
também contribuiu para o mundo religioso em que Maomé nasceu.
Os pagãos da Arábia
pré-Islâmica ensinavam que todos deveriam se curvar e rezar em direção a Meca
durante certos horários definidos durante o dia. Todos também deveriam fazer
uma peregrinação a Meca para adorar na Caaba pelo menos uma vez na vida. Uma
vez que chegavam a Meca, os pagãos corriam ao redor da Caaba sete vezes,
beijavam a pedra negra e então corriam cerca de 1,5 quilômetros até Wadi Mina
para atirar pedras no diabo.
Eles também
acreditavam na doação de esmolas e condenavam a usura. Eles até tinham um certo
mês em que o jejum deveria ser feito de acordo com o calendário lunar.[11]
Que esses ritos
pagãos compunham a religião na qual Maomé foi criado por sua família é
reconhecido por todos. Assim, não é surpresa descobrir que, como o estudioso Árabe
Nazar-Ali observou:
O Islamismo
preservou muitos aspectos da religião pagã.[12]
Alfred Guillaume,
que foi chefe do Departamento da Escola de Estudos Orientais do Oriente Próximo
e Médio e professor de Árabe na Universidade de Londres, e mais tarde lecionou
na Universidade de Princeton, comenta:
O costume do
paganismo deixou uma marca indelével no Islamismo, principalmente nos ritos de
peregrinação.[13]
O professor
Augustus Age é forte e afirmou que o Islamismo “é paganismo em forma
monoteísta”.[14]
Religiões Estrangeiras
Finalmente, a
influência de religiões estrangeiras também foi sentida na Arábia pré-Islâmica.
Os Judeus
Os judeus se
mudaram em grande número para a Arábia e ficaram muito ricos, não apenas no
comércio, mas também no ramo de ouro e prata.
Histórias do Antigo
Testamento, da Mishná, do Talmude e obras apócrifas judaicas, como o Testamento
de Abraão, eram bem conhecidas na Arábia pré-Islâmica.
Os Zoroastrianos
Havia também a
influência da religião zoroastriana. Comerciantes da Pérsia frequentemente
passavam por Meca contando suas fábulas favoritas.
Como a principal
rota comercial passava por Meca, pessoas de terras orientais, como Índia e
China, também espalharam suas ideias e histórias religiosas na Arábia.
Zoroastro (Ζωροάστρης Zōroastrēs), Zaratustra ou Zoroaestres foi um auto proclamado profeta e poeta nascido na Pérsia (atual Irã) no século VII a.C. Ele foi o fundador da religião pagã conhecida como Masdeísmo ou Zoroastrismo, que foi adotada oficialmente pelo Império Aquemênida (558–330 a.C.). No Zoroastrismo o “Zend-Avesta” é o livro sagrado dos persas.
Não é nenhuma
surpresa descobrir que a corrente contém resquícios de histórias religiosas que
podem ser rastreadas até o Hinduísmo, o Budismo, o Mitraísmo, as religiões de
mistério Gregas e as religiões Egípcias.
Os Cristãos
O cristianismo já
havia sido introduzido no sul da Arábia e estava florescendo lá na época em que
Maomé nasceu.
Mas o cristianismo
presente na Arábia era de uma forma ignorante e distorcida e, pior ainda, às
vezes de natureza herética.
Alguns dos
ensinamentos heréticos dos gnósticos estavam presentes na Arábia pré-Islâmica
em evangelhos fraudulentos como o Evangelho de Barnabé.
Esses “evangelhos”
gnósticos começaram a aparecer na última parte do terceiro século e atingiram
sua influência mais rica durante o quarto ao sétimo século. Sua presença na
Arábia pré-Islâmica é bem conhecida.
Perguntas Importantes
As ideias, os ritos
e as liturgias religiosas encontradas no Islão e no Alcorão podem ser
rastreadas até as influências de sua cultura, costumes e vida religiosa pré-Islâmica.
Os estudiosos
ocidentais chegaram a essa conclusão quando fizeram a pergunta óbvia: “Por que
o Alcorão nunca explica suas ideias, liturgias ou ritos? Por que
ele nunca define o significado de palavras como Alá, Islã, Meca, jinn,
peregrinação, Caaba , etc.?”
A única conclusão
racional a que se pode chegar é que o Alcorão não explica tais terminologias
porque Maomé presumiu que quem lesse o Alcorão já estaria familiarizado com a
cultura, os costumes e a vida religiosa pré-Islâmicos.
É por isso que o
Alcorão nunca explica a identidade das pessoas mencionadas em suas muitas
histórias. Supõe-se que o leitor já esteja familiarizado com essas histórias de
fontes pré-Islâmicas.
Uma Séria Ameaça
Estamos cientes de
que esses tipos de perguntas e as pesquisas históricas que elas geram
representam uma séria ameaça à religião do Islão, que ensina que o Alcorão
literalmente desceu do céu e, portanto, não pode ter nenhuma origem ou fonte
terrena.
Entendemos a agonia
dos Muçulmanos sobre essa questão. Eles estão em uma situação difícil. Para
salvar o Alcorão, eles devem admitir que Maomé e não Alá foi seu autor e que
ele foi escrito na terra e não no céu, como ele alega. Isso explicaria todo o
material pré-Islâmico no Alcorão.
Mas ao tentar
salvar o Alcorão, eles realmente garantem sua destruição. No final, os Muçulmanos
devem desistir de sua crença na origem celestial do Alcorão. Se isso for feito,
o Islão não pode ficar de pé.
Fonte: Morey, R. The Islamic Invasion – Confronting the World’s Fastest
Growing Religion (A Invasão Islâmica – Confrontando a Religião de Mais Rápido
Crescimento do Mundo), Harvest House Publishers. 1992. Revisão 00, ênfases
acrescentadas. TODAS as citações Bíblicas são das seguintes versões: Almeida
Corrigida e Fiel ao Texto Original da SBTB (a única que atualmente recomendamos
na Língua Portuguesa) e King James Bible 1611 original em inglês (a única que
recomendamos em Língua Inglesa). Todas as ênfases acrescentadas pelo autor,
serão mantidas na tradução.
Nota do Tradutor: Salman Rushdie, escritor
indiano-britânico-americano, autor do romance “Os Versos Satânicos” publicado
em 1988 que gerou ódio islâmico mundial e ameaças de morte, levando à emissão
de uma “ fatwa ” (decreto islâmico) pelo líder iraniano Ruhollah
Khomeini.
[1]M. Bravmann, The Spiritual Background of
Early Islam (Leiden: EJ, 1972).
[2] Jane Smith, An Historical and Semitic
Study of the Term Islam as Seen in a Sequence of Quran Commentaries
(University of Montana Press, for Harvard University Dissertations, 1970)
[3] William Montgo Watt, Muhammad's Mecca (Edinburgh
University Press, 1988), pp. 18-19.
[4] Para o relato mais completo deste grupo, veja Marshal
Hodgson, The Order of Assassins (Gravenhage Mouton & Co., 1955).
[5] Chamber’s Encyclopedia (Londres: International Learning Center,
1973), IX:453.
[6] Praeger Encyclopedia of Art (Nova York: Praeger, 1971), pp. 68-70. Encyclopedia
of World Art (Nova York: McGraw-Hill Book Co., 1959), I:537ff.
[7] Encyclopedia Britannica, 15:150ff.
[8] Além da referência padrão a “jinn” em dicionários e
enciclopédias islâmicos, veja Dashti e Bravmann para duas discussões
particularmente esclarecedoras.
[9] Quase todas as obras de referência ocidentais têm uma
seção sobre a história pré-Islâmica de Meca, a Caaba e a pedra negra. Por
exemplo, veja a Encyclopedia Britannia, 15:150ff. ; Enciclopédia
da Religião (ed. Eliade), 8:225ff.; Enciclopédia Bíblica Padrão
Internacional , I:218.
[10] Para mais informações sobre os sabeus, veja Encyclopedia
of Religion (ed. Eliade), I:3640365; 7:303; 89:225 ff.
[11] Isso é de
conhecimento comum e apoiado por todas as obras de referência geral, como a
Enciclopédia Britânica e todas as enciclopédias e dicionários padrão sobre
o islamismo.
[12] Michel Nazar-Ali, Islam: A
Christian Perspective (Philadelphia Westminster Press, 1983), p. 21.
[13] Alfred Guillaume, Islam (Londres: Penguin
Books, 1954), p. 6.
[14] Augustus H. String, Teologia Sistemática (Valley
Forge: Judson Press, 1976, reimpressão), p. 186.
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