O HOMEM É
A PRESA DA MULHER ESTRANHA
... a
adúltera anda à caça da alma preciosa. – Provérbios 6.26 (ACF)
Os homens gostam de andar por aí falando sobre suas conquistas
amorosas, mas, me desculpem, o homem é a presa. Ela, a mulher adúltera, é quem está
caçando almas e os trata como presas capturadas. O autor de Provérbios afirmou isso!
O homem fala sobre suas conquistas e as esbraveja abertamente com orgulho
carnal. Pobre coitado! Me desculpe, mas você é um néscio, um tolo! Você é a
presa! Prove!? Que bom que você me perguntou. Vou dar cinco passagens das
Escrituras.
É ela quem conquista e escraviza, não o homem. Muito
bem, veja Provérbios 6:26. Na Bíblia King James 1611, a melhor tradução
para a língua ocidental temos: “For by means of a whorish woman a man is
brought to a piece of bread”, que é literalmente “Pois por meio de uma
prostituta um homem se reduz a um pedaço de pão;”. Ao seguir mulheres
lascivas, fornicárias, adúlteras, impudentes e depravadas um homem logo se vê
reduzido à pobreza e à doença. O sentido disso também é o sentido do hebraico, pois
enquanto o homem contrata uma prostituta por um simples “pedaço de pão” – não
importa qual o preço que ela cobre, o valor é insignificante diante do alto
preço da perda da alma e da humanidade dela – a mulher assim contratada lhe
tira a preciosa vida. Ela suga sua energia e envenena sua constituição mental,
emocional e existencial. Ela assim fere, sem que o tolo perceba, pois está à
espreita e “a adúltera anda à caça da alma preciosa”.
“Porque a muitos feridos derrubou; e são muitíssimos os que
por causa dela foram mortos.” – Provérbios 7:26. A mulher libertina derrubou muitos homens, que
foram feridos por ela. Sim, muitos homens fortes foram mortos por ela. Oh, ele
não é o conquistador, ele é um néscio capturado e escravizado! Ela é a que está
à caça, ele é a presa ao custo de sua própria vida!
“Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te prendas
aos seus olhos”. – Provérbios 6:25. Com sua fala bajuladora, ela o chama
à submissão. Com lisonjas de lábios, ela o força à armadilha sem que ele
perceba: “Assim, o seduziu com palavras muito suaves e o persuadiu com as
lisonjas dos seus lábios.” – Provérbios 7:21.
Em Provérbios capítulo 2 vemos a sabedoria agindo como um pai
acariciando seu filho, dizendo: “Filho meu, se aceitares as minhas palavras...”,
por quê? Então, o versículo 16 responde: “Para te afastar da mulher
estranha, sim da estranha que lisonjeia com suas palavras;”, isto é, para te
livrar. Para te livrar da mulher estranha, até mesmo das “loucas alvoroçadoras”
[ref. Prov. 9.13] que acreditam na Terra Plana, na diversidade de gênero, no
socialismo libertário, na liberdade sexual, na evolução das espécies, na
rebelião contra Deus, na prostituição como profissão, no poliamor e em todas as
vergonhosas práticas de um mundo em plena decadência. Com suas palavras
sedutoras, sim, a mulher estranha é quem está à espreita caçando. O homem é a
presa! Isso é um pouco diferente do que pensam os homens. Eles estão enganados!
Oh, quão néscios eles são!
Agora, é importante enfatizar, precisamos pensar em como o
próprio Deus define a situação!
E então, vemos ali um homem, contando nos dedos suas
conquistas amorosas, se gabando e se orgulhando. Na verdade, ele está
testemunhando contra si mesmo, relatando quantas vezes ele foi abatido pela
armadilha do diabo, que é quem está caçando a alma e a vida dele por meio da
mulher estranha. Sim, muitas vezes, sem sequer perceber, pois é um tolo
orgulhoso! Escute, homem orgulhoso, você foi ferido e abatido. E está apenas se
orgulhando de quantas vezes você se tornou uma presa, escravizada e dominada.
Assim, o seduziu com palavras muito suaves
e o persuadiu com as lisonjas dos seus lábios. E ele logo a segue, como o boi
que vai para o matadouro, e como vai o insensato para o castigo das prisões;...
Porque a muitos feridos derrubou;
e são muitíssimos os que por causa dela foram mortos. A sua casa é caminho do
inferno que desce para as câmaras da morte. – Provérbios 7:21-22, 26-27 (ACF)
Adaptado
de “The Strange Woman”, sermão do pastor
J. B. Buffington. Fundamental Baptist Sermons. Publicado em 28 de março de 2015.
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