DOIS ASPECTOS
DA OBRA DE CRISTO COMO ADVOGADO DO SALVO
...e, se
alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus CRISTO, o justo. – cf I
João 2:1b (ACF)
Vemos aqui o
aspecto em relação a Deus. Como nosso advogado quando pecamos, CRISTO se
compromete por nós. Ele é nosso Intercessor, Ele é Aquele que pleiteia
nosso caso diante de Deus Pai como nosso representante. Não é apenas a presença
física de CRISTO que constitui sua defesa, mas também sua atividade em
intercessão por nós quando caímos em pecado. A Pedro Jesus disse:
“...Simão,
Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo;
MAS EU ROGUEI POR TI, para que a tua fé não desfaleça...” (cf. Lucas 22:31, 32
– ênfase acrescentada)
É verdade que
isso ocorreu enquanto Jesus ainda estava aqui na terra, mas Ele ainda está
orando pelos salvos que são cirandados e tentados pelo mesmo Satanás que tentou
Pedro. Em João 17, versículo 20, lemos:
“E não
rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela tua palavra hão de crer
em mim;”
Jesus orou por
você e por mim enquanto ainda Ele estava aqui na terra, e mesmo agora, enquanto
está sentado à direita de Deus, Ele ainda está intercedendo por nós.
Por um lado, a defesa de CRISTO é dirigida
ao Pai. Ele intercede ativa e realmente por nós quando estamos em
circunstâncias que exigem Sua defesa – “e, se alguém pecar”.
Por outro lado,
Sua defesa é ministrar a nós, sendo esta fase de Sua defesa o efeito de Sua
intercessão ao Pai em nosso favor. João 13 lança luz sobre este aspecto do
ofício de CRISTO como Advogado; ele registra o efeito de Sua defesa para com o
Pai em nosso favor, e nesta passagem é apontado o método de sua aplicação à
nossa necessidade individual como crente, bem como o objeto para o qual Sua
defesa é exercida. Em João 2:1, 2 temos a defesa em si.
CRISTO veio ao
mundo porque Deus amou o mundo de tal maneira. Deus amou tanto que deu o FILHO
do Seu amor. E Jesus amou – Ele veio ao mundo e deu sua vida pelos pecadores.
O ministério de
CRISTO flui de Seu grande coração de amor. Jesus olhou para as massas e foi
movido por profunda compaixão. Ele os viu como ovelhas sem pastor, dispersas
(Mateus 9:36). Quando entrava em contato com os cegos, Ele sempre era tomado
por compaixão. Ele chorou sobre Jerusalém e disse:
“Jerusalém,
Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas
vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos
debaixo das asas, e tu não quiseste!” (Mateus 23:37)
“Ora,
antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a sua hora de passar
deste mundo para o Pai, como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os
até o fim” (João 13:1).
Isso não
significa que Ele os amou somente até o momento de Sua morte. Isso não
significa que Ele os amou somente até o fim de Sua vida e ministério terreno. Significa
que o amor de Deus é perpétuo – Ele ainda ama, Ele nunca deixará de amar,
porque Ele É amor. Jesus veio ao mundo porque nos amou, morreu por nós porque
nos amou, perdoa nossos pecados porque nos ama. Como nosso Bom Pastor, Ele nos
acompanha até mesmo pelo vale da sombra da morte, porque Ele nos ama. Ele está
sentado à direita de Deus Pai para interceder por nós como nosso Advogado
porque Ele nos ama. Seu amor é perpétuo, ele nunca muda.
Autor: Oliver B. Greene –
CHRIST OUR SUFFICIENCY (CRISTO, Nossa Suficiência). Capítulo: Christ Our
Advocate (CRISTO, Nosso Advogado). Livro Publicado em novembro, 1965. Estados
Unidos da América. Reimpressões 1966, 1969, 1970.
Trecho traduzido e adaptado
para esta publicação em março de 2023. Revisão 01, março 2026. TODAS as
citações Bíblicas são das seguintes versões: Almeida Corrigida e Fiel ao Texto
Original da SBTB e King James Bible 1611 original em inglês. Todas as ênfases
acrescentadas pelo autor, serão mantidas na tradução.
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