FÉ DE ALGODÃO-DOCE

 

FÉ DE ALGODÃO-DOCE




O texto a seguir é um trecho de “Fé de Algodão-Doce: Como Professoras Bíblicas Populares Estão Desviando Muitos”, The Disntr, 7 de abril de 2025:





“Dizem que, se você quiser sentir a temperatura teológica da igreja americana moderna, não vá ao púlpito, mas sim ao salão de convivência, onde um círculo de mulheres se senta segurando livros de exercícios com capas em tons pastel, com o nome de Beth Moore estampado na frente como um ferro em brasa. As risadas são calorosas, as lágrimas são reais, o café é medíocre e a doutrina não está em lugar nenhum. Mas isso não é estudo bíblico. É terapia emocional em grupo com um toque espiritual e uma música de adoração de três acordes tocando ao fundo. E o que se passa por ensino nesses círculos é tão meloso e vazio que você pensaria que o objetivo é discipular beija-flores. Bem-vindos ao mundo dos estudos bíblicos evangélicos para mulheres — onde a exegese são os sentimentos, o Salvardor é o Eu – a ‘Autoestima’, e Deus é pouco mais que seu melhor amigo com benefícios. No centro desse ecossistema movido a estrogênio estão as suspeitas de sempre: Beth Moore, Priscilla Shirer, Christine Caine, Ann Voskamp, ​​Kelly Minter e um exército inteiro de profetisas inspiradores do Pinterest servindo leite de soja espirituais para uma geração de mulheres famintas teologicamente. Elas chamam isso de empoderamento.



 

Nós chamamos isso de Teologia emasculadora, afeminada e totalmente alérgica à Verdade cortante [ref. Hebreus 4:12 e 13]. No entanto, essas mulheres não chegaram aos holofotes por acaso — elas foram lançadas. Sustentadas por editoras como a Lifeway e circuitos de conferências cristãs desesperados para monetizar a piedade feminina, elas foram embrulhadas para presente e enviadas às igrejas com a promessa de serem alternativas "seguras" à teologia perigosa e doutrinariamente robusta. Elas foram comercializadas como acessíveis, realistas e cativantes — um código, é claro, para doutrinariamente neutras, emocionalmente indulgentes e convenientemente condescendentes com tudo o que importa. Sua ascensão não foi orgânica. Foi orquestrada. Se a publicação cristã fosse um aplicativo de namoro, essas pregadoras seriam os pares aprovados pelo algoritmo para uma geração de mulheres que pensam que discernimento é um dom espiritual para pessoas maldosas. No cerne de seu ensinamento coletivo está um evangelho falso singular e inabalável: Você é suficiente. Não Cristo crucificado. Não o pecado do qual você se arrependeu. Apenas você — imperfeita, fabulosa, intensamente amada e precisando desesperadamente de absolutamente nada além de uma anotação de diário um pouco mais poética. Na verdade, essas mulheres não pregam nem ensinam o evangelho. Em vez disso, pregam narcisismo terapêutico. E fazem isso com estilo.”

 

 

Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade. – II Timóteo 3:6-7 (ACF)



 

Fonte: https://disntr.com/2025/04/07/cotton-candy-faith-how-popular-womens-bible-teachers-are-leading-many-astray/ 07 de abril 2025 e republicado em 27 de março 2026 pelo ‘Friday Church News Notes,  www.wayoflife.org fbns@wayoflife.org, 866-295-4143’. Versão bíblicas são da Almeida Corrigida e Fiel ao Texto Original.

 

Obs.: É importante notar que nem todos os estudos bíblicos direcionados às mulheres cristãs são o objeto deste artigo, mas o mesmo alerta para o fato de que a psicoterapia/psicologia e as doutrinas humanistas do ego (autoestima) com livros de autoajuda feminista tem servido à comercialização do interesse de pessoas que carecem, de fato, do  Evangelho Bíblico da Salvação (Arrependimento e Fé) em Cristo e, por conta disso estão sendo direcionadas ao erro.


 



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