A IGNORÂNCIA MUSICAL DA APOSTASIA DOS ÚLTIMOS DIAS

 

A IGNORÂNCIA MUSICAL DA APOSTASIA DOS ÚLTIMOS DIAS


Leonard Cohen, autor da blasfema música Hallelujah,

cantada em muitos círculos neoevangélicos.




É inegável que vivemos em tempos de aberta apostasia, em todos os sentidos. O apetite musical insaciável do mundo dito evangélico é um aterrorizante exemplo prático da situação desastrosa em que os cristãos nominais se encontram. A maioria das igrejas que se autodenominam cristãs, bem como o cristão mediano frequentador de igreja, não possui sequer o discernimento básico a respeito da música que agrada a DEUS e O exalta. (veja Salmos 147:1, Efésios 5:19, Colossenses 3:16).

 

A música Hallelujah[1] de Leonard Cohen é um vergonhoso exemplo prático desse nível de ignorância, desobediência, blasfêmia e apostasia. A música é cantada por mundanos, homossexuais, fornicadores e em muitas igrejas sem a menor distinção, pois muitos se apegam ao termo “Aleluia” e à sensual e apetitosa melodia romântica que satisfaz à carne, fazendo uso dela como se ela se tratasse de um tipo de cântico gospel, o que absolutamente não o é.

 

A música trata do amor carnal (sexual, indevido, adúltero, pecaminoso) exaltando a conjunção e o pecado, blasfemando do termo “Louvai ao Senhor”. O que se apresenta nesta canção blasfema é:

 

1.       O adultério entre Davi e Bateseba (sem menção a arrependimentos);

 

 

2.      A relação de luxúria e traição entre Sansão e Dalila (sem menção a arrependimentos);

 

 

3.      Blasfema do quarto mandamento: “Você diz que eu disse o nome em vão. Eu nem sei o nome. Mas se eu fiz, bem, realmente, o que você tem a ver com isso?”

 

4.      Exalta o misticismo pagão e panteísta: “Há uma luz incandescente em cada palavra...O Aleluia sagrado ou o pagão!”

 

 

5.      Despreza a graça de Deus e exalta a autoafirmação humana da obras: “Eu fiz o meu melhor, eu sei que não foi muito...Eu disse a verdade, eu não vim aqui para te enganar...E mesmo que tudo tenha dado errado...Eu estarei aqui, diante do Senhor dos Cânticos...”

 

 

A versão estendida da música composta por Cohen, que se tornou mais popular e é a versão mais cantada mesmo em igrejas ditas evangélicas[2], ainda acrescenta mais blasfêmias, tais como:

 

 

6.      Exaltação do agnosticismo: “Bem, talvez haja um Deus lá em cima...”

 

 

7.      Exalta as relações sexuais livres (fornicação, adultério, homossexualismo), comparando-as como uma experiência mística, blasfemando do Espírito Santo: “Lembra-se quando eu entrei (penetrei) em você? E a pomba sagrada entrou também. E todo o suspiro que dávamos era um aleluia...”

 

 


A ignorância espiritual e ausência de discernimento é:

 

a.      característico de pessoas não salvas, ainda perdidas – I Cor. 2:14

 

 

b.      sinal de desobediência e desastre espiritual – Isaías 5:13

 

 

c.      parte da multidão, cristãos nominais, apóstata e blasfema dos últimos dias – II Timóteo 3:1-5.

 

 

Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, Remindo o tempo; porquanto os dias são maus. Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor. – Efésios 5:14-17 (ACF)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pr Miguel Maciel.

Outubro, 2024.

Revisão 00.



[1] Aleluia: הָלַל halal haw-lal' (LOUVOR) + יָהּ Yahh yaw (SENHOR), Louvai ao SENHOR.

[2] A versão se tornou muito popular pela banda mundana e blasfema Bon Jovi.

 


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